JULIANA SHIRO
PSICÓLOGA CLÍNICA
CRP: 06/173307
“O Auto cuidado é, antes de tudo, um ato de amor…”
C O N T A T O
Juliana Emília Barbosa Shiro
(11) 9.7344-3540
julianabarbosashiro@gmail.com
A principal ameaça à vida em meio à diversidade deriva do hábito de pensarmos em termos de monoculturas, o que chamei de “monocultura da mente”.
As monoculturas da mente fazem a diversidade desaparecer da percepção e, consequentemente, do mundo.
Adotar a diversidade como uma forma de pensar, como um contexto de ação, permite o surgimento da vida”.
Vandana Shiva
CARTA DE APRESENTAÇÃO
Para me apresentar, peço licença para partilhar um pouco de minha história.
Nasci em 12 de março de 1997, sou filha de Rita e de Luiz e irmã de Jacqueline. Meu pai é Sansei, e eu, Yonsei. Isso significa que sou a quarta geração da família que nasce fora do Japão e que possui ancestralidade japonesa. Meus antepassados paternos viveram no interior de Hiroshima, no Japão. E meus antepassados maternos vieram da Calábria, na Itália. Sou a intersecção de muitos povos, tempos, culturas e singularidades. Hoje, moro na cidade de Atibaia, SP, Brasil. Venho de uma família que ama e como filha, levo este legado, de entregar meu coração a cada batimento.
Com 4 anos de idade, pisei onde seria meu segundo lar por muitos anos, a Escola Terra Brasil. Foi onde conheci letras, palavras, amigos e onde conheci o mundo do teatro. Eu sou artista. Fui crescendo e aprendendo a vida conforme os personagens que interpretei. E não sabia que onze anos depois, retornaria para trabalhar neste mesmo espaço. Percebo como a educação é circular, cíclica, rica por si mesma. A vida dá um jeito de trazer e levar aquilo que pertence a cada lugar.
Com dezessete anos, traço voo para cidade de Assis -SP, onde dou início a uma história – aventura acadêmica contínua. Adentro o mundo da saúde mental e coletiva, o mundo do diálogo e da escuta sensível. Anos de muitas desconstruções internas e construções subjacentes. Durante os anos de formação em psicologia, encontro os saberes dos povos da floresta, encontro as medicinas originárias da vida e desde então, reafirmo a importância do fortalecimento e valorização dos povos indígenas que são os guardiões da nossa Terra. Revindico à vida, o direito à terra, ao alimento e ao território – corpo livre. Apoio a descolonização do pensamento e o reflorestamento da consciência humana.
Pratico e estudo medicinas milenares de cura, regeneração e arte que dão alicerce a minha casa-corpo, como o reiki e o taiko, aromatologia, leitura de aura, dança elemental, estudo do cacau medicinal, terapia multidimensional, yoga, roda medicinal, permacultura, entre outras. Práticas estas que visam à sustentabilidade interna e externa.
Meu sentido de vida é a constante produção de sentido e significado perante a grande experiência de estar vivo. É ato em si, é sobrevivência e renascimento. É o que me faz viver: respiração. Eu sou minha ancestralidade viva.
“Que audácia pensar que a vida se planeja como uma obra solo. Meu caminho é um projeto de constantes concessões, um trabalho em conjunto meu e de tudo o mais que me rodeia”. Mariana Roeber.
Muito obrigada !